6 de dezembro de 2010

Crítica: A Rede Social


David Fincher desperdiça seu talento em um filme que dá sono. Divulgação.

Há algum tempo, publiquei uma "meia crítica" (tem hífen?) sobre um livro que não consegui terminar de ler de tão ruim que ele era.

Pois bem, queridos dois leitores do blogzinho, dessa vez farei uma "meiacrítica" sobre "A Rede Social", que estreou na última sexta-feira, 3 de dezembro.

O filme dirigido por David Fincher (dos ótimos "Clube da Luta", "Seven" e "Zodíaco") conta a história do Facebook e de seus criadores, Mark Zuckeberg (Jesse Eisenberg), Eduardo Saverin (Andrew Garfield) e mais três coadjuvantes que tenho preguiça de escrever seus nomes.

"A Rede Social" alterna cenas da criação do site de com as do julgamento em que Zuckeberg é processado por seus ex-sócios.

David Fincher, depois de "Zodíaco", parece, na minha opinião, ter perdido o gosto por fazer cinema e meio que dirige seus filmes por "obrigação".

Muita gente adorou "Benjaming Button", mas, pra mim, ele estragou um belíssimo conto de F. Scott Fitzgerald transformando-o em mais um "papa-Oscars".

Com "A Rede Social", Fincher optou por diálogos rápidos sobre códigos usados em programação nas primeiras cenas em que Zuckeberg aparece. Ou eu não sou muito nerd, ou aquilo foi uma demonstração da mais pura chatice que o cinema americano produziu recentemente.

Em suma: o filme (ou até onde eu aguentei ver) é um dos piores retratos da tal "geração Y" e se não fosse pelos nomes de David Fincher e Facebook, passaria despercebido.

Em tempo: a trilha sonora composta por Trent Reznor é fantástica!




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